Confederação Nacional das Associações de Família | Opiniões
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Opiniões

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Como em Fevereiro de 2008 eu preveni num artigo chamado “A Falta de Vergonha”, e um ano mais tarde, com o “Evitar a Auto-Destruição de Portugal”, a hipótese de uma situação explosiva tem vindo a ser confirmada pelos factos, pela opinião de politólogos, sociólogos e economistas, tendo sido assumida de um modo exemplar e claro pelo Presidente de República na sua Mensagem de Ano Novo.
No meio de toda esta situação de uma gravidade rara nesta República, tem integrado a agenda política do PS a vontade de legislar sobre os chamados “Casamentos Gay”, mesmo contra a vontade da maioria da população. O PS está de tal modo inseguro que não quer um Referendo e obriga à disciplina de voto da sua bancada parlamentar, com algumas excepções, em questão que é do fôro pessoal. Este assunto não é apenas jurídico e de direitos individuais, pois envolve também uma carga histórica, cultural, social, e familiar com milhares de anos; nem preciso de citar a questão religiosa para afirmar que algo tão integrado na consciência humana tem de ser tratado prudentemente com soluções consensuais. Contrariamente,alguns responsáveis por esta legislação resolvem insultar todos os que não compartilham do seu desejo de “modernidade”, o que ajuda a esta tendência explosiva. Ocorre que muitos socialistas também não concordam com o pretendido, o que pode levar a mais um Partido estilhaçado.

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